Brasil se une a ditaduras contra maconha medicinal


 

No dia 2/12, a ONU corrigiu um erro histórico, retirando a Cannabis da lista de drogas perigosas, após 60 anos. A entidade reconheceu que as propriedades medicinais da maconha devem ser exploradas. Isso significa mais pesquisas e comércio mundial mais livre de seus derivados. O Brasil não só votou contra, como fez campanha contra a mudança. O representante brasileiro chegou a dizer que um menor controle da Cannabis seria uma “estratégia de poder dos comunistas”. Porém, entre os votos contrários estavam China, Cuba e Rússia. Todas as ditaduras votaram contra. A vitória veio pelas democracias ocidentais. No penúltimo episódio do ano, nós repercutimos tudo isso e a cruzada anticiência do governo federal contra a Cannabis medicinal.

Esse programa foi produzido pela Estalo Podcasts


 

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No dia 2/12, a ONU corrigiu um erro histórico, retirando a Cannabis da lista de drogas perigosas, após 60 anos. A entidade reconheceu que as propriedades medicinais da maconha devem ser exploradas. Isso significa mais pesquisas e comércio mundial mais livre de seus derivados. O Brasil não só votou contra, como fez campanha contra a mudança. O representante brasileiro chegou a dizer que um menor controle da Cannabis seria uma “estratégia de poder dos comunistas”. Porém, entre os votos contrários estavam China, Cuba e Rússia. Todas as ditaduras votaram contra. A vitória veio pelas democracias ocidentais. No penúltimo episódio do ano, nós repercutimos tudo isso e a cruzada anticiência do governo federal contra a Cannabis medicinal.

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